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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Detalhes de um lugar...

Às vezes passamos no mesmo lugar várias vezes na semana ou até mesmo no dia e não percebemos quantas coisas lindas existem neste trajeto.

São detalhes que não percebemos de imediato. A correria, a preocupação, o cansaço e até a distração não permitem que vejamos além de um simples olhar. Tem que haver uma mudança muito maior para notarmos que aquele pequeno detalhe, esquecido ali no canto, tem uma beleza e um encanto memorável, e digno de ser admirando e elogiado.

Foi assim que percebi a beleza que existe na atual rua que moro.

Andando a noite pela rua percebi um cheiro, ou melhor, um perfume maravilhoso que estava sendo exalado por uma pequenina flor... Assim notei essa flor e também outras que estavam pela rua esperando um simples elogio e uma admiração.

Como são lindas...














Vamos apreciar a beleza dos detalhes...

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Lindas Pinturas



Enfim 2.013... Que seja tão bom quanto 2.012...

Minha primeira postagem de 2.013 será sobre pinturas.
Vou mostrar o trabalho que minha cunhada, Adriana, tem feito.

Ela viu na casa de uma colega nossa e quando chegou em casa colocou a mão na massa e fez as pinturas na telha.

Sem nem saber o que fazer primeiro, ela tentou sozinha e fez lindos trabalhos. Utilizou as tintas que tinha em casa mesmo, que eram tintas para tecido.

Vejam como ficaram lindas as telhas:

Detalhes...
Telha com Girassóis - Casa da Neide


















Telha com margaridas e borboletas
Casa da Neide
Detalhes...



















Pinturas da Adriana
Primeira telha pintada que ela fez


Pinturas da Adriana
Segunda telha pintada que ela fez



















Na entrada da casa dela


Essa ela fez de presente para o meu pai.
Ficou linda a casinha, lembra muito a minha casa


Essas eu vi na viagem que fiz para Alto Caparaó em 2.012 (veja a postagem que fiz no meu blog sobre Alto Caparaó: Ares de Minas I).

Tirei as fotos na Pousada Serra do Caparaó, onde me hospedei.

Na parede do quarto em que me hospedei

Na entrada da recepção da Pousada Serra do Caparaó
Na entrada da recepção da Pousada Serra do Caparaó
Estava uma do lado da outra...

















Desejo a todos muita inspiração para 2.013...

sábado, 22 de dezembro de 2012

O Natal e os presentes...

Fonte: http://cantinhodanina.spaceblog.com.br
"O Natal é o nome da festa religiosa cristã que celebra o nascimento de Jesus Cristo.

O dia 25 de dezembro foi estipulado pela Igreja Católica no ano de 350 através do Papa Júlio I, sendo mais tarde oficializado como feriado.

As comemorações de Natal incluem a presença  de diversos  símbolos tradicionais, como a ceia de Natal, árvore de Natal, o Papai Noel, as músicas, as trocas de presentes, o presépio, a iluminação e outras decorações natalinas."
Fonte: http://www.significados.com.br/natal/

Este ano preparei presentes de Natal só para as crianças: Gustavo, Danilo, Jeicilene, Jaider e Bruna.
Como está muito calor e eles acabam tomando mais banhos durante o dia, pensei em presenteá-los com lindas toalhas de banhos personalizadas. Mas quem gosta mais desse tipo de presente são as mães!

As toalhas foram bordadas em ponto cruz, com o nome deles e algo que lembra ou que eles gostam muito.

Ficaram lindas e acho que eles vão gostar muito!!!

Toalha do meu amado sobrinho e afilhado Gustavo

Toalha do meu sobrinho Danilo

Toalha do meu primo Jaider

Toalha da Bruninha, filha da minha prima Jeicyara

Toalha da minha amada e meiga prima e afilhada Jeicilene



"Natal é a presença de Jesus em nossos corações, não só representa a fé, mas a vida, O nascimento do Filho de Deus! A consciência de família, amor, paz, felicidade! Que o sentido do Natal esteja sempre presente em nosso dia a dia e que a esperança seja um objetivo concretizado… Que a luz do Menino Jesus percorra cada lar trazendo alegria aos nossos corações. Que a fraternidade universal seja nossa meta e que haja somente amor em meio a tempos difíceis, assim encontraremos a paz tão almejada! O Natal do amor é a fé e esperança renascida nos olhos de uma criança! Feliz Natal!"




Eis os gráficos para quem se interessou!!!
Carrinhos da toalha do Gustavo
Revista: Arte de Bordar Ponto de Cruz, n.º 22
Barquinhos da toalha do Danilo
Revista: Eu Amo Ponto de Cruz, n.º 04
Avião da toalha do Jaider
Revista: Arte de Bordar Ponto de Cruz, n.º 22
Monograma dos nomes do Gustavo, Danilo e Jaider
Revista: Bella Ponto de Cruz, nº 16

Monograma dos nomes do Gustavo, Danilo e Jaider
Revista: Bella Ponto de Cruz, nº 16
Amarelinha da toalha da BrunaRevista: Bella Ponto de Cruz, nº 16

OBS.: O monograma do nome da Bruna eu retirei do Blog: Enxoval Ponto Cruz by Nubia.
É só acessar para ver o gráfico. 

Vasinhos de Flores da toalha da Jeicilene
Revista: Eu Amo Ponto de Cruz, n.º 04
Monograma da toalha da Jeicilene
Revista: Eu Amo Ponto de Cruz, n.º 04
Monograma da toalha da Jeicilene
Revista: Eu Amo Ponto de Cruz, n.º 04
A todos eu desejo um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!
Fiquem sempre com DEUS no coração!!!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Um presente de sorte!

Elefante Indiano de resina.


Minha adorável amiga Rosilene queria ganhar um elefante indiano. Segundo ela não poderia ser comprado, tinha que ser ganhado, é o que diz a crença sobre os enfeites dos elefantes indianos.


Então meu presente de Natal para ela foi um elefante, ou melhor uma manada de elefantes.

Fiz um móbile com três elefantes de feltro além do elefante indiano de enfeite que comprei em ma loja de decoração.

Móbile de elefantes indianos.

"O elefante indiano está associados à boa sorte, remonta a religião hindu que atribuiu ao deus Ganesh a cabeça de elefante e o corpo de homem, que tem o poder de abrir caminhos e trazer fortuna. Sua estatueta deve ficar de costas para a porta atraindo bons fluídos para dentro de casa."
Fonte: http://www.batuan.com.br

Detalhes dos elefantes indianos confeccionados com feltro.

Rosilene com seus elefantes.


Meu primeiro móbile foi de coração de feltro.
Fiz para presentear e enfeitar o quarto do Vitor. Ele fica na janela do quarto dele!

Móbile de coração do Vitor.

Vamos enfeitar 2013 com vários trabalhos manuais!!!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Uma linda Girafa

“A girafa”

Um pescoço comprido,
Só ela é que tem.
Esse ser de todos é conhecido,
Pois não faz mal a ninguém.

É a girafa toda garbosa
Na relva a andar.
É mesmo toda morosa,
Pois suas pernas não lhe deixam apressar.

Do alto das árvores, colhe seu alimento.
Ramos e folhas é sua refeição
Que recolhe lá do firmamento
Com aquele pescoço grandão.

Poesia publicada na Usina de Letras (www.usinadeletras.com.br), em 30/01/2000, por Jefferson Carvalho (bsbab345 @ zaz.com.br).

Minha primeira almofada foi com um tema bem diferente, trata-se de uma bela girafa do zoo.

Essa girafa eu fiz em um pedaço de etamine que eu tinha. Como o meu sobrinho Danilo estava para nascer, aproveitei a etamine bordando uma tira para fazer uma capa de travesseiro de bebê. Era para minha mãe ter costurado a almofada, mas ela guardou esperando tempo para poder costurar e acabou se esquecendo...

Um belo dia, achei o material todo guardado. Mas como o Danilo já está grande, resolvi fazer uma almofada. Utilizei a tira que bordei em ponto de cruz, tira bordada branca, passa fita, fita amarela, botões e tecido fustão casinha de abelha. Eu me arrisquei na máquina de costura e pedi a minha tia Eunice para pregar e fazer as argolinhas para os batões. Até que a costura não ficou tão ruim!

Essa vai ser para o próximo neto de minha mãe, que deve demorar bem ainda, só Deus sabe!!!


Ficou lindinha a minha almofada!!!


Segue o gráfico para quem se interessou:

Fonte: Revista Fácil de Fazer Ponto Cruz - Ano 10, nº 69 - 2010


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sentimentos...

Tem dias que nada nos agrada... Não gostamos dos sabores, do aromas, das cores e nem das companhias... É uma tristeza que dói!

Não gosto de ir pra roça e ver tudo seco, sem vida, sem cor. Lembrei de um comentário que a tia Eunice fez: "Não gosto de marrom!"; e essa é a cor que prevalece na roça em época de seca.

Assim estava. Tudo marrom a meses atrás. Mas basta vir a chuva para tudo melhorar! O verde volta a prevalecer, os pássaros a cantar, as frutas a se multiplicar nos galhos...

A Jabuticabeira

As belas jabuticabas, negras como a noite

















As amoras, em sua cor matiz, como a vida



O pé de amora

















Quando estava estudando, no ensino médio, nas aulas de Literatura um poema sempre me lembrava a roça, ou melhor, a minha visão e o meu sentimento pela minha casa na roça. E eu nunca me esqueci dele, bem, não lembro dele todo, mas não me esqueço de uma determinada estrofe:

A chuva a cair e as plantas a sorrirem






"Minha terra tem palmeiras,
onde canta o sabiá,
as aves, que aqui gorjeiam
não gorjeiam como lá"











É assim que me lembro de casa quando estou com saudades, não só do local, mas das pessoas que também fazem parte de lá.

Quando chego na varanda, o que vejo primeiro é o pé de coco com seu troco longo a balançar conforme o vento (me lembra a palmeira do poema!) e quando fecho os olhos escuto o canto dos pássaros e o barulho da água a cair da pequena cachoeira.

Parte da vista da varanda da
minha casa
As Saracuras a celebrar a vida pelo verde da grama
















Os ninhos dos guachos

A frondosa gameleira

 
O patinho a se refrescar na singela cachoeira
 
E para lembrar, ou para quem ainda não conhece, vamos ficar com os singelos versos de Gonçalves Dias em sua "Canção do Exílio":

Canção do Exílio
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,

Onde canta o Sabiá.
Gonçalves Dias

A minha palmeira por lá há de ficar!